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MUSICAL 07 - AVIÕES DO FORRO
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
FORRARÃO ARRETADO

domingo, 29 de novembro de 2009
CARLOS LEODÉCIO DE LIMA BARBOSA, O APODIENSE TCHARLES

Sou pior do que Urubu, não canto nada, nem mulher, porém, mesmo sem entender nadinha de música, mas fiquei impressionado com o trabalho do músico CARLOS LEODECIO DE LIMA BARBOSA, ou simplesmente “TCHARLES’ - nome artístico, natural de Apodi-RN, nascido a 9 de setembro de 1972, filho de FRANCISCO BARBOSA DE LIMA e de MARIA DE LOURDES TORRES, residente na povoação do Córrego, município de Apodi. O qual já contabiliza mais de 100 composições, boa parte delas, de fazer inveja aos melhores compositores brasileiros, porém, por falta de apoio, ainda não gravou um CD, apesar de sua batalha junto aos políticos apodienses e potiguares, como também de alguns cantores da terra.
Tcharles anda entusiasmo com sua última canção intitulada de “GORETE, CADÊ O PREGO”, musica que conta a história do periquito de sua irmã Gorete, casada com “PREGO”, a qual por ocasião de uns dias separados do esposo, o periquito do casal passava o dia dizendo assim: “GORETE, CADÊ O PREGO”, isto é, o pássaro não estava com enxerimento, e sim, apenas estava com saudade do esposo de sua dona, conhecido popularmente por PREGO e queria saber quando ele iria retornar ao lar.
O trabalho de Tcharles tem tudo para fazer sucesso, não por ser uma excepcional, nem de sacanagem, porém, como a juventude de hoje só gosta mesmo de música que contenha imoralidade, não estou querendo dizer que o trabalho de Tcharles seja do tipo enxerido, mas com certeza, se um dia ela vir ser exposta ao público, a turma logo vai imaginar ao contrário...
Tcharles canta bem e suas músicas, em sua maioria têm tudo para fazer sucesso. O que está faltando é apoio de quem de direito.
Este singelo site não é para colaborar com rico, nem com pessoas importantes, e sim, para aquelas que não têm vez na nossa mídia, nem apoio do poder público.
Apodi têm pessoas inteligentes, em todos os aspectos, a prova disso é o compositor Tcharles, talvez, tachado de louco.
LACERDA VIANA
domingo, 11 de outubro de 2009
FRANCISCO ALMEIDA LOPES - COCOTA – VOZ, VIOLÃO E SAUDADE.
FRANCISCO ALMEIDA LOPES, conhecido popularmente por “COCOTA”, natural de Mossoró-RN, nascido a 9 de fevereiro de 1935, filho de Messias Lopes de Macedo e Joana de Almeida Lopes.
AS gerações presentes têm o direito de saber que houve uma época em que a vida era vivida com inteligência e sensibilidade, de longe do vazio a que às vezes se reduz o cotidiano de todos. Uma época sem drogas, sem violência e sem AIDS, nem gripe suína, quando os violões invadiam, dolentemente, as madrugadas de Mossoró. Esta é época de COCOTA que marcou época com um estilo romântico de interpretar canções pelo simples prazer de cantar.
Na flor dos seus 26 anos de idade, COCOTA deixou esta vida vítima de assassinato por causa até hoje pouco explicadas, a 12 de fevereiro de 1961.
Desaparecido, a saudade dos irmãos e amigos se uniram para homenageá-lo de forma definitiva com um logradouro público denominado “PRAÇA DOS SERESTEIROS”, situada no cruzamento da Rua Dr. Almir de Almeida Castro com a Rua João Pessoa, nas proximidades da barragem central do rio Mossoró”.
A idéia era também, erigir um busto de COCOTA no local, onde os seresteiros do presente pudessem se reunir bucolicamente a dedilhar as cordas dos seus violões, como se COCOTA com eles ainda estivesse
PRAÇA DOS SERESTEIROS
De Carlos André (Oseas Lopes, irmão de Cocota)
Mossoró ainda chora
Com saudade
Do seu cantador.
Quantas noites de Seresta
Quantas festas ele animou
Que beleza Sua voz
Era como o Bem-te-vi
Cantava para todos nós
Dava gosto da gente ouvir
Cocota agora ta no céu
Junto de Noel
Não vem mais aqui (bis)
13 de dezembro é dia
De SANTA LUZIA
Padroeira do lugar
E na cidade fizeram uma praça
Em sua homenagem
Todo mundo vai pra Cantar.
Na Praça dos Seresteiros
Cocota ta, ta, ta, lá (bis)
FONTE:ARTIGO DE RINALDO BARROS, publicado no jornal Gazeta do Oeste
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
MAURÍLIO GAMA DA SILVA

Natural de Apodi-RN, nascido a 7 de julho de 1981, filho de João Gama de Lima (14/2/1948, filho de Raimundo Alves de Lima e de Raimunda Gama) e de Julia REGINA da Silva (18/4/1958, filha de João Ferreira de Melo e Francisca Regina da Conceição). Iniciou sua carreira artística cantando no coral da igreja prebisteriana de Apodi. Seu primeiro disco foi de musicas evangélicas, gravado no ano de 2002 e hoje, sertaneja.
terça-feira, 21 de julho de 2009
JOVEM GUARDA
Movimento de comportamento e gênero musical que aconteceu em São Paulo entre 1965 e 1969, sob inspiração de um programa de TV do mesmo nome, na TV Record. Quando surgiu, falava-se muito em "golpe publicitário", palavra bem na moda, porque a turma que se autodenominava Jovem Guarda vinha com um pacote completo: programa, shows em estádios, moda, objetos e comportamento.
Era, de fato, uma estratégia avançada para introduzir a cultura jovem internacional no Brasil. O "movimento" nasceu na zona norte do Rio de Janeiro, com a turma de amigos de Erasmo e Roberto Carlos, os dois mentores musicais da JG. A eles juntaram-se Tim Maia, Wanderléia, Martinha, Eduardo e Silvinha Araújo, Leno e Lilian, Rosemary, Deny e Dino, The Pops, Ronnie Von, Vanusa, De Kalafe, Os Vips, Os Brasões e Renato & seus Blue Caps, Agnaldo e Reynaldo Rayol entre outros.
O sucesso dessa geração começou com o programa "Jovem Guarda", que estreou na TV Record em setembro de 1965. O grande sucesso da temporada foi a balada "Quero que Vá Tudo pro Inferno", de Erasmo e Roberto Carlos, cantada pelo próprio Roberto. O êxito dos três apresentadores do programa – Roberto, Erasmo e Wanderléia – fez com que lançassem as marcas Calhambeque, Tremendão e Ternurinha, comercializando todo tipo de produto, de bijuterias a calçados, bonecas e roupas.
O programa saiu do ar em 1969, e, com ele, a Jovem Guarda, esvaziada pela chegada dos tropicalistas. A novidade do movimento foi o marketing utilizado na venda da nova imagem nunca antes utilizado no Brasil.
LUIZ GONZAGA - O REI DO BAIÃO
Luiz Gonzaga nasceu aos 13 de dezembro de 1912, em uma fazenda chamada "Caiçara", em Exu, distante 603 Km da capital pernambucana. Filho de Januário e Ana Batista (conhecida por Santana), Gonzagão recebeu esse nome em homenagem à Santa Luzia, em virtude de ter nascido exatamente no dia em que se homenageia a Virgem de Saracusa. Foi observando seu pai animando bailes e consertando velhas sanfonas que lhe desperta a curiosidade por tal instrumento.
Luiz seguia em frente, acompanhando seu pai em diversos forrós, revezando-se com ele na sanfona e ganhando seus primeiros trocados. Um dia, Januário foi pego de surpresa quando o dono de um forró pediu para que Gonzaga tocasse. Este havia feito negócio com um outro tocador, que não apareceu.
A saída foi convidar o então menino
Gonzaga, que já mostrara suas habilidades no mesmo terreiro, sem a anuência de seus pais. Fez muito sucesso. E por aquelas "bandas" era conhecido por Luiz de Januário. Assim o forró rolou solto ao longo da noite. Gonzaga sentia-se feliz, empolgado, era a primeira vez que tocava com o consentimento da mãe.
Com o passar da noite, começou a sentir seus olhos arderem, a cabeça pesar, foi então que pediu para deitar na rede e, de tão menino que era, ainda fez xixi enquanto dormia. Daí, então, passou a acompanhar Januário em festas de mais responsabilidade. Revezavam-se entre toques e cochilos. Santana, a princípio, relutava, mas deixou-se levar pelos dois mil réis que o principiante tocador ganhava em suas "empreitadas". Assim cresceu Gonzaga: ajudando o pai na roça e na sanfona, acompanhando Santana às feiras do Exu, fazendo pequenos serviços para os fazendeiros da região e construindo o seu império de Rei do Baião.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
ANTONIO PEREIRA DANTAS - TONHECA DANTAS

TONHECA DANTAS
O soldado Músico da Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte - ANTONIO PEREIRA DANTAS – “Tonheca Dantas’, natural de Carnaúbas dos Dantas-RN, nascido a 18 de junho de 1840. O musico regente Tonheca Dantas ganhou projeção nacional pelo seu talento.
Em 1898, Tonheca Dantas foi morar em Natal, onde fez teste para a banda da Polícia Militar, passando imediatamente a ser regente. Em 1903 migra para Belém do Pará. Lá, foi contratado como músico da Banda do Corpo de Bombeiros, uma das mais famosas do País na época.
De volta ao Nordeste em 1908, esse regente, que era totalmente audidata e tinha o clarinete como seu instrumento preferido, trabalhou
Trabalhou em várias cidades do Brasil, sempre regendo bandas de músicas. Daquelas que ainda faziam apresentações em coretos de pracinhas, nas tardes de domingo, em que todo mundo ia assistir. Tonheca Dantas como era mais conhecido, foi um potiguar que muito deu orgulho ao seu povo. Só que a maioria tem memória curta. E aos poucos ele foi sendo esquecido, seu valor como mestre na música foi-se anunciando, empoeirando e ficando apenas guardado em arquivos dos lugares onde trabalhou.
Em 1998 o professor historiador da UFRN, Cláudio Galvão, escreveu o livro a desfolhar saudades – UMA Biografia de Tonheca Dantas.
Alguns fatos pitorescos da vida desse músico são relatados no livro de Cláudio. Sua pesquisa para escrever o livro durou cerca de 3 anos. Os filhos ainda vivos de Tonheca Antonia Dantas da Silva e Antonio Pedro Dantas Filho, muito contribuíram com suas memórias para a execução desse trabalho. O escritor também precisou viajar para Belém do Pará; onde recolheu material para suas pesquisas.
O livro fala de alguns detalhes interessantes sobre o reconhecimento do trabalho de Tonheca. É o caso das vasinhas e marchinhas compostas por Tonheca Dantas, as quais foram ouvidas por muita gente direto da BBC de Londres durante a Segunda Guerra Mundial. A valsinha mais conhecida do maestro é ROYAL CINEMA, composta em 1913, para ser tocada durante as sessões cinematográficas no Cinema Royal,
É um verdadeiro clássico da música nacional, tocada em bailes, saraus, solenidades ou em qualquer outro lugar onde fosse possível colocar uma bandinha de música e um regente inspirado da época de ouro da música potiguar. Embora poucos conheçam atualmente os acordes da valsa famosa, ela sempre despertará a emoção dos que a escutam hoje em dia em algum concerto, seja em que sala for
Tonheca Dantas faleceu com 100 anos, no 7 de fevereiro de 1940, doente e como um simples soldado da gloriosa e amada Polícia Militar do Rio Grande do Norte.
TRIO MOSSORÓ

Criado no princípio da década de 1950 pelos irmãos mossoroenses João Batista (João Mossoró) na zabumba, Ana Paula (Hermelinda Batista) no triângulo e Oséas Carlos André Almeida Lopes, atual CARLOS ANDRÉ(28/10/1938) na sanfona, o Trio Mossoró ganhou o país e ficou famoso com o lançamento do primeiro LP "A rua do namoro", em 1962. Em 1954 o trio recebeu o Troféu Elderde, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, prêmio considerado, na época, o mais importante da música popular brasileira.
Apesar do sucesso com a gravação de doze LPs, três compactos e outros dois discos em coletâneas, o trio se desfez em 1974. Mas a separação não apagou o legado deixado pelos cantores, compositores e, sobretudo, representantes genuínos da cultura popular de Mossoró. Tanto que a Câmara Municipal de Mossoró resolveu, mesmo que mais de 30 anos depois, retribuir com um Diploma de Reconhecimento aos irmãos a divulgação pioneira do município e de sua cultura por todo o país.
A autora do projeto, a vereadora Cláudia Regina, diz que a homenagem faz jus ao talento dos artistas da terra. "Eles foram os primeiros a projetar o nome de Mossoró além-fronteiras. Eles foram os desbravadores e mostraram o talento da terra. Por tudo que nós somos hoje temos que reconhecer o que eles fizeram", retratou Cláudia.
Emocionada, Hermelinda diz que recebeu com muita alegria a notícia da homenagem. "Eu estou sentindo muita alegria e muita emoção. Eu não segurei as lágrimas", disse a cantora. O irmão, João Mossoró foi o mais emocionado e falou sobre a participação que farão amanhã no Mossoró Cidade Junina. "Subir ao palco junto com meus irmãos será um momento muito importante para nós três", disse ele.
"Nós nos separamos porque quando eu gravei o meu primeiro disco em 1974, ele fez muito sucesso, então não tivemos condições de continuar juntos. Mas seguimos nossas carreiras individuais", disse Carlos André. "Ele cortou nossas pernas", brincou João Mossoró referindo-se à separação do trio.
Carlos André além de intérprete de sucesso da Música Popular Brasileira, chegou a marca de um milhão de discos vendidos após o lançamento da carreira solo, continuou fazendo sucesso como produtor e compositor. Entre os trabalhos mais consagrados do artista estão as produções de discos de estrelas consagradas da música brasileira como Marinês, Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Vanusa, Trio Iraquitan e Cauby Peixoto.
Depois de 52 anos de carreira, em dezembro do ano passado foi a primeira vez que Carlos André recebeu convite para fazer show em Mossoró, durante uma edição do Canto Potiguar. Para ele, sempre foi um sonho participar do Cidade Junina, subir ao palco e cantar junto com a população. Felizmente, este ano seu desejo foi realizado e mais ainda, ele terá a oportunidade de reviver os sucessos do Trio Mossoró juntamente com seus outros irmãos.
A gerente de Cultura do município, Clésia Barreto, ressaltou a importância de homenagear os artistas que orgulharam os mossoroenses com seu trabalho. "Eles deram repercussão a Mossoró no que se refere à musica e, além disso, é importante reconhecer o trabalho que eles fizeram, pois honraram o nome de Mossoró e ainda fizeram disso sua forma de vida", frisou Clésia.
Após 35 anos do trio longe dos palcos, os irmãos irão transformar a Estação das Artes hoje na estação da nostalgia, trazendo de volta ao palco do Cidade Junina o forró pé-de-serra do Trio Mossoró. "Além de tudo, será uma excelente oportunidade para os jovens da cidade conhecerem um pouco da história desses brilhantes artistas", enfatizou Cláudia Regina.
FONTE: JORNAL O MOSSOROENSE (17/10/1872), EDIÇÃO DE 26/06/2009
terça-feira, 16 de junho de 2009
JOSÉ MARIA NOGUEIRA LIMA - REDONDO
domingo, 24 de maio de 2009
HINO NACIONAL
HINO NACIONAL
Retirado da Lei Nº 5.700 - DE 1º SETEMBRO DE 1971
I
Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heróico o brado retumbante,
E o sol da Liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da Pátria nesse instante.
Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó Liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!
Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.
Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza
Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!
II
Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!
Do que a terra mais garrida
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;
"Nossos bosques têm mais vida",
"Nossa vida" no teu seio "mais amores".
Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro desta flâmula
- Paz no futuro e glória no passado.
Mas, se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.
Terra adorada
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!
Poema: Joaquim Osório Duque Estrada
Música: Francisco Manuel da Silva
Osório Duque Estrada
Joaquim Osório Duque Estrada (PATI DO ALGERES, RIO DE JANEIRO, 29/1/1870, RJ, 5/2/19270 ,foi um POETA, CRITICO, PROFESSOR, ENSAÍSTA E TEATRÓLO.O seu primeiro livro , um livro de poemas, foi ALVÉOLOS (1886) , mas o que lhe deu nome foi a autoria da LETRA do HINO NACIONAL BRASILEIRO e a sua atividade de CRÍTICO LITERÁRIO NA IMPRENSA BRASILEIRA do início do SÉCULO XX. Foi membro da ABL. Seu poema de 1092, em versos decassílabos, foi oficializado como letra do Hino Nacional Brasileiro por meio do DECRETO nº 15.671, do Presidente EPITÁCIO PESSOA , em 6/9/1922 , véspera do Centenário da independencia do brasil .
Francisco Manuel da Silva
Francisco Manuel da Silva (RJ, 21/2/1795 - RIO, 15/12/1865) , foi um compositor, regente e professor brasileiro. Tendo sido aluno do Padre JOSÉ MAURICIO NUNES GARCIA, talvez o maior nome da música colonial brasileira, notabilizou-se, principalmente, por seu trabalho como diretor musical da Capela Real e, mais tarde, como fundador da Sociedade Beneficência Musical e do Conservatório de Música, este último origem do INSTITUTO NACIONAL DA MÚSICA, atualmente Escola de Música da UFRJ Deixou inúmeras obras ainda não suficientemente estudadas. É autor da música do HINO NACIONAL, considerado por muitos como um dos mais belos do mundo. Seu corpo encontra-se sepultado no Cemitério de São Francisco de Paula, no Catumbí, Rio de Janeiro.
sábado, 23 de maio de 2009
CORAL DA PM RN
CRIAÇÃO DO CORAL DA PM/RN
Portaria nº 020/96-GCG de 19 de novembro de 1996.
O COMANDANTE GERAL DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, no uso das atribuições que lhe confere o Art. 4º, da Lei Complementar nº 090, de 04 de janeiro de 1991, combinado com o Art. 4º, do Decreto nº 11.519, de 24 de novembro de 1992, RESOLVE:
Art. 2º. O Coral da Polícia Militar será composto de integrantes da Corporação, nos seguintes naipes:
Contraltos: 3º Sgt PM Fem Marilda de Souza Silva, 3º Sgt PM Fem Francicleide Borges de Araújo, 3º Sgt PM Fem Soraia Valcácio Campelo, 3º Sgt PM Fem Maria Tiani da Cunha, 3º Sgt PM Fem Maria Nicelma G. dos Santos, 3º Sgt PM Fem Eliane Gadelha do Nascimento, 3º Sgt PM Fem Suely Teixeira de Lima.
Tenores: Maj PM Clayton Tércio de Oliveira Souza, 1º Ten PM João Batista do Nascimento, Asp-Of PM Júlio César Farias Vilela, Cad PM Francisco Heriberto Rodrigues Barreto, Cad PM Nilo Henrique Nunes Caldas, Cad PM Mairton Dantas Castelo Branco, Cad PM Gontijo Tringueiro Félix da Silva, Cad PM Carlos Kléber de Caldas Macedo, Cad PM Luiz Monteiro da Silva Júnior, Cad PM Walmery Costa, Cad PM Ronald de Moura e Silva.
Baixos: Cel PM Valdenor Félix da Silva, Asp-Of PM Francisco Ewerton Paraguai Costa, Cad PM Jailson Andrelino de S. Cavalcante, Cad PM Egito Freire da Silva, Cad PM Cícero Jorge de Holanda Guedes, Cb PM Ericson Fernandes de Souza.
Art. 3º. Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
Brevê de Posse do Curso de Música Especialista
PORTARIA Nº 047/98-DE, DATADA DE 23 DEZSMBRO DE 1998.
O COMANDANTE GERAL DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, no uso das atribuições que lhe confere o Art. 4º da Lei Complementar nº 090, de 04 jan 91, RESOLVE:
1. Aprovar o Brevê de Posse do Curso de Música Especialista, com a seguinte descrição heráldica: a) Conjunto de metal, na cor dourada, tendo nas partes laterais, ramos de glória na mesma cor, em alto relevo. Na parte central, uma lira, que representa a arte da Música e sua especialidade dentro da PM/RN, apoiada sobre duas pistolas, de dois canos (garruchas), armas símbolos da força miliciana. b) Simbologia: Escudo retangular, de ouro, contendo uma lira, simbolizando o aspecto artístico da música, sobreposta a duas pistolas tipo garrucha, representativas da força e da Justiça imperantes na Polícia em sua missão de manter a ordem, tendo como suporte uma coroa de louros, signo universal da vitória, tipificada como ramos de glória que nasce do tronco da celebridade adquirida por grandes méritos. c) Dimensões: Altura:
Quem sou eu

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